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Jennyane de Vasconcelos

07/02/2010 GMT -2

Momentos

jennyane @ 01:45

Como eu disse no último post: trilogia... E jah estreoou o segundo filme do enredo de minha vida! Foi maravilhoso! E o que eu posso dizer: dessa vez as luzes não se acenderam antes do fim, mas sabe aqueles finais que fica o suspense no ar, convidando aos telespectadores a assistirem ao próximo episódio? Foi o que aconteceu...
Desta vez haviam mais coadjuvantes no filme... Eles percebiam o ar de encantamento que a mocinha olhava pro mocinho... E ele os levou pelos ares, e a levou literalmente às alturas... Foi mágico! Até as nuvens de poluição que cobriam a cidade antes, deram espaço ao espetáculo do pôr do sol! E Deus, o Criador de todas as coisas, proporcionou efeitos especiais mais poderosos que qualquer filme de Steven Spielberg: o coração aos pulos a um toque das mãos. Houve determinado momento em que o mocinho pegou a mocinha pelas mãos e abraçou... Ela pôde sentir o coração dele batendo nas suas costas e até teve dúvidas se na verdade, aquelas batidas não eram as suas... O dia quente, mas ainda assim eles caminharam abraçados por alguns minutos, sem se importar muito com os amigos à siua volta... Ngm pensava no que eles poderiam pensar: era evidente! Como todo filme perfeito, até passeio de barco teve... Com o reflexo das luzes nas águas, a luz mormente do barco iluminando os olhos dos protagonistas que se procuravam em meio a um espetáculo de emoções indescritível... E andaram pra casa, cansados, mas mal contendo a felicidade que teimava em pular dos olhos... Pra completar tudo, Deus faz um papel de acoviteiro, ao colocar nos céus uma estrela ascendente, veloz como um raio e linda, como só as estrelas ascendentes pode ser... Não esqueço jamais a resposta dele para a pergunta dela: a gente faz pedidos para estrelas cadentes, e quanto a estrelas ascendentes? Ele diz: nesse caso, a gnt recebe a realização do pedido... Ahhh!! Quantas estrelas cadentes aquela mocinha havia visto em toda a sua vida e sempre pedia a mesma coisa... E agora ele estava ali, na sua frente, não parecia real...
Até hoje tenho dúvidas se essa mágica história eh mesmo verdade ou fruto da minha imaginação... Que coisa, até me sinto perdida no tempo, em uma lacuna da época em que eu ainda acreditava que o amor pudesse ser uma realidade pra mim... Agradeci tanto a Deus que jah chorei de felicidade por ter colocado este moço na minha vida...
Sabe, quando criança sempre sonhava com um rapaz... No dia que o conheci, achei que ele seria o homemm da minha vida, mas não foi... E agora encontro um alguém, mas, que ironia: ele parece tanto com o rapaz do sonho! Teriam meus olhos distorcido a imagem que eu carrego comigo antes mesmo de conhecê-lo? No último sonho um rio nos separava... E hoje, um rio nos separa literalmente... Finalização do filme: ele fez o inusitado! Nunca esperava: declarou-se na frente de um monte de gente... Estou parecendo uma boba, nesse caso posso mesmo dizer: NUNCA senti assim... Nunca mesmo!! Não paro de sorrir, dessa vez sim parece ser o que a alma dos poetas em vão tenta por em palavras, mas as vãs palavras não conseguem acompanhar um sentimento indefinível e ilimitável... Será que é? É incrível, mas me pergunto sabendo da resposta...! 65% - ele diz, ao fim do filme que arranca suspiros da platéia... Cenas do próximo filme: será que a mocinha enfim conseguirá os 35% restantes?

04/02/2010 GMT -2

Bela Tarde

jennyane @ 15:45

A gnt as vezes eh tão ansiosa... Fiz algo que jurei nunca mais fazer: disse a alguém que eu estava interessada nele... E foi um alívio, livrar-se disso, do peso que ele até desconfiava mas não podia ter certeza que existia: até agora! Contei tudo a ele. Por MSN, eu nunca aprendo!! E ele marcou de me ver, de me falar o que ele sente e pensa a respeito disso pessoalmente... Mas não conseguiu... Ele travou também. Pra mim foi como ir a estréia de um filme esperado, sonhado até, ficar horas na fila, e o filme enfim começa. Casa cheia, cinema lotado! O mocinho avista a mocinha e de seus olhos saem faíscas de emoção... Eles se cumprimentam e saem em um primeiro encontro cheio de espectativas... A platéia suspira... Mas de repente, no meio do filme, as luzes acendem e o filme acabou...! Acabou assim! Sem final nenhum... Acho que como a moda é trilogias, quem sabe o dois seja tão bom quanto o um, mas nunca melhor... Pq é muito difícil um filme dois superar o um, mas as vezes acontece... Tomara que seja logo...
O dois já foi marcado. Estréia na sexta feira... Minha tia tem razão em dizer que minha vida é uma novela, mas prefiro que seja um filme: é bem mais objetivo! E isso é que nunca aprendo. Pq fiquei tão atônita de que ele não falasse nada? Ele falou muito, ele falou tudo... Me levou literalmente às alturas, subindo nos ares, vendo as casas ficarem pequenininhas e os prédios parecerem caixinhas de sapato... O sol deixando as nuvens da cor dos lábios dele, ou de meus cabelos, como queiram... Foi a tarde mais perfeita...Foi a tarde mais romântica... E foi extamente o que andei pedindo a Deus: um romance, devagar, à moda antiga... Em que um toque nas mãos acelera o coração da gente! Uma troca de olhares gera taquicardia... Um sorriso mostra proximidade, afeição, compatibilidade de interesses e cumplicidade...

07/01/2010 GMT -2

Come back to work!

jennyane @ 01:44

Esse título?! Vai entender... ando meio que, treinando meu inglês... Até pensei em postar hoje em inglês, mas... acho q isso fica pra uma outra vez! ^^

FELIZ ANO NOVO!!

Bom, entrei hj pra atualizar e pq ao entrar no orkut vi uma de minhas comunidades que se chama: "te esqueço ou te espero?" - e pensei: essa é realmente a pergunta que não quer calar... Amo... Isso eu sei! É amor, é diferente de tudo que senti por qualquer cara, é algo sem sonhos e sem idealizar o "homem perfeito". É platônico, verdade, mas nem penso que poderia se realizar... Só as vezes, como ontem quando com um amigo ele me olhou e disse: acho que um dia você e ele ainda vão ficar juntos. E hoje pela manhã uma colega me falou: vocês ainda casam... Será?!

10/12/2009 GMT -2

Desabafos...

jennyane @ 00:16

O que fazer quando vc vê alguém em apuros e quer ajudar mas naum consegue pq simplesmente essa pessoa naum quer ou naum percebe o risco que corre? Gritar?? Puder eu pudesse gritar para mostrar o caminho certo... Aliás tento grito, mas ele torna-se surdo ao som de minha voz e naum consegue ouvir... Queria poder arrancar o aperto do meu peito toda vez que me vejo na situação de impotência por não poder fazer nada por ele... Ele vai morrer e eu não posso salvá-lo... Ele está preso em um mundo em que só ele tem a chave pra entrar e não consigo sequer afastar-me dele... Só queria fazê-lo ver a verdade...

04/12/2009 GMT -2

Consciência

jennyane @ 17:33

O senso moral diz respeito aos pensamentos sobre o que é certo ou errado, justo ou injusto. São pensamentos que norteiam a nossa visão sobre determinada situação, é a nossa sensação de justiça e injustiça, escolhas que exige um peso ético, moral.
Quando as decisões vão de encontro a alguns de nossos princípios, temos dúvidas quanto ao que vai ser feito. A estas dúvidas damos o conceito de consciência moral, que é o que nos fará agir de acordo com as medidas da situação, mesmo que fira por vezes alguns estes próprios princípios.
Vamos decidir por nós mesmos o que fazer, sem ter que justificar para os outros as razões de nossas decisões e, ainda, assumimos todas as consequências, pois somos responsáveis por nossas ações.

24/11/2009 GMT -2

Crise

jennyane @ 02:27

Eu fui uma criança feliz. Sonhadora, esperançosa, via nas pessoas bondade, tinha confiança, coragem, não tinha medo de nada, tinha vigor, enxergava pureza na alma dos outros e a vida tinha toda a graça do mundo. Eu sonhava com o futuro. Quem não sonha? Imaginava minha vida. Meu futuro namorado, marido, o grande amor da minha vida. Imaginava que ele seria tudo o que eu sonhava. Que ele me amaria incondicionalmente. Que eu o reconheceria assim que o visse. Que eu me apaixonaria, nossos olhos iam se cruzar e ele também me amaria no instante em que me visse. Ele viria até mim, pediria pra dançar comigo. A gente dançaria e ele enfim me daria aquele sonhado beijo de amor. Sonhei isso com um amigo meu. Esperei ele vir. Esperei ele falar. Mas sou tão imediatista que fui lá e falei eu mesma. Não foi a minha primeira decepção. E nesse aspecto nem a última. Só que marcou porque foi o primeiro que tive coragem de dizer. Antes dele eu investia. Mandava bilhetes, cartinhas. Pedia pra amigas tentarem "arranjar". Sonhava tanto, que sempre fui muito precoce nessa questão. Mas sonhava tanto mesmo que, apesar de precoce, fui a última da turma a dar o primeiro beijo. Tinha que ser especial. Importante. Tinha que ser O beijo, inigualável, inesquecível! Mas esperei tanto, que nem foi... No meio dessa decepção que tive, após meu ímpeto de coragem em revelar meus sentimentos a esse amigo, o primeiro que apareceu pedindo beijo, concedi a graça... Ele não era feio, mas andava longe de ser meu grande amor. Segui adiante. Sonhei que um dia, daria o "beijo de amor verdadeiro". Aí apareceram os namorados. E nenhum deles era meu amor eterno, não ouvi sininhos nem fogos, e menos ainda senti o coração pular pela boca ao trocarmos pela primeira vez nossos olhares... Passei a não crer em "amor à primeira vista". Esse também não foi o primeiro mito que caiu dentro de mim; tampouco o último. E nessa questão então...
Eu sonhava em ter filhos. Oito filhos! Achava que aos 24 anos seria mãe com certeza. Que 17 anos era velha já... Uma mulher! Imaginava que seria astronauta, depois mudei pra cientista, pensei em psicologia e por fim biologia. Queria descobrir tudo no mundo. Ia ser talvez inventora! Teria minha casa, com tudo em seu devido lugar. Minhas coisas seria descartáveis e teria uma empregada fiel. Ia ter filhos gêmeos e eles seriam super unidos! E minha amiga Jordana teria filhos na mesma época. E a gente ia ser vizinha e as crianças estudariam na mesma escola. Ah! E o casamento! Seria a noiva mais linda do mundo e casaria em campo aberto, com flores do campo enfeitando minha cabeça, ao som de uma orquestra maravilhosa, em um lindo jardim e daria uma grande festa! A Jordana e a Amanda seriam minhas madrinhas: eu e a Amanda seríamos sócias em uma clínica de psicologia. A Jordana queria ser psicóloga também!! Eu casaria, é claro, com meu grande amor, seja lá quem fosse, nem me importava saber. Casaria virgem, fiel, imaculada. E ele seria o homem mais fiel do mundo, e me amaria pra sempre e eu o amaria para sempre e nada separaria a gente.
Aí vem a realidade...
Joga os pés em todos os meus sonhos. Sem exceção de nenhum. Hoje, 24 anos, solteira, sozinha, sem amigos, trancada em meu quarto escrevendo em um computador coisas em um blog que ninguém lê, com um livro publicado que ninguém compra. Nem cientista, nem bióloga, nem psicóloga, mas ao menos me encontrei na profissão: fonoaudióloga, musicista e pedagoga. Três formaturas. Nem namorado e nem pretendente, muito menos marido. Filhos? Nem um, imagina oito. E nem pretensão de ter. Na busca desse sonhado verdadeiro amor, guardo uma coleção de decepções e inúmeras cicatrizes em um coração calejado de dor. Passei uma vida me apaixonando e me ferrando. Deixei de acreditar em amor à primeira vista, à segunda, à terceira... Deixei de acreditar no amor. Não vejo bondade nas pessoas, não percebo sentimentos de fidelidade, e só vejo sujeira no mundo. Os homens querendo ser mulheres, e os que são homens não prestam. Esperanças? Ainda as tive algum tempo, até tive outro ímpeto de coragem e revelei meus sentimentos a outro amigo. Quebrei a cara, criei coragem para tentar roubar um beijo. Fui rejeitada. Tive que conviver com a mais dura realidade do motivo da rejeição. Sofri, andei errante, encontrei o satanás na minha frente vestido de ébano e com cheiro de flores, fui ferida, me ergui, fui golpeada de novo, tentei mais uma vez, perdi de novo.
Encontrei outro alguém, resolvi tentar, mas ele não. Preferiu tentar com a primeira que surgiu depois de mim. Conheci um vizinho que fez minhas pupilas dilatarem novamente. Sem esperança alguma, deixei que ele escapasse entre meus dedos. Compus inúmeras canções, publiquei um livro do tempo de meu amor mais pueril. Ninguém leu. Choro sempre, quase sempre. Não foi nada disso que sonhei... Esqueci de comentar que todos meus amigos vão embora, basta que me apegue a eles... Minha melhor amiga já casou, já tem um filho, e embora não tenha nenhuma formatura, acho que é mais feliz que eu...
Agora estou aqui, e os poucos amigos que me restam nem são presenças palpáveis; estão na tela deste computador. Para completar tudo, meu msn pifa, único meio de acesso a estes amigos "válvulas de escape" que tenho. Sozinha, sem ninguém, recebendo todo o maltrato de meu irmão, que só sabe frisar o quanto atrapalho a vida dele. Nem ouvir música ele me permitiu hoje... Já tive vontade hoje de ficar na cama até definhar e nunca mais sair... Já chorei horrores me perguntando o porque disso tudo... E vem alguém me dizendo pra ter paciência... Mais ainda??
Bom, acho que por hoje chega de lamúrias, neah?? É isso.... Bjos

21/11/2009 GMT -2

Um girassol da cor do meu cabelo

jennyane @ 15:25

Nem sei bem como descrever isso... É a gnt brincar com coisas que nos magoam sem saber a que isso vai levar. É ter um peso constante entalado no peito e do qual você nunca se livra. É rir para não chorar em certas situações que não há do que se rir. Meu mano me preocupa tanto, porque me preocupo quando vejo ele sorrir, por não saber o real motivo que o faz sorrir, e por nunca vê-lo chorar: todo mundo tem fraqueza e precisa chorar. Ele não. Ele diz que a psicologia diz que para livrar-se da dor é preciso criar estratégias de resistência a ela. E a dele é simplesmente fingir que ela não existe. E até que ponto se pode prever o quanto isso está fazendo bem ou não a ele? Sé Deus o sabe. E me dói ver que ele sorri, sai a noite, nas ocultas, às escondidas (acordei esta madrugada e olhei para o lado e avistei apenas os lençóis sob a cama...) e para onde vai? Ele não responde, me esconde, me oculta... Que ao menos Deus o proteja e o guie de volta ao caminho da verdade...
Um girassol da cor do seu cabelo é o título de uma canção que a Cláudia Ohanna canta, e que, apesar da letra não dizer absolutamente nada, pra mim diz tanto... Parece que os acordes se grudaram à minha alma de tal forma que fazem parte de mim enquanto canto e até me transporto ao ambiente que meu imaginário criou para vivenciar a magia desta música. Fica como sugestão!^^

Deus abençoe vcs!!

20/11/2009 GMT -2

Outro universo...

jennyane @ 00:43

Quando estamos cheio de problemas, passamos a não perceber as coisas ao nosso redor. O canto dos pássaros, o pedido de afago que um cão faz com os olhos, o sol nascendo ou se pondo, o calor do dia, as pessoas que nos fitam, as que nos ignoram, quem apressa o passo ou quem anda sonhador, quem procura uma sombra na parada de ônibus, quem fecha o vidro ao ver um menino de rua, quem liga um som alto, quem arrasta sacolas cheias, quem apenas anda na rua, quem vai pro trabalho, quem volta pra casa, quem está feliz ou quem está cansado. A velocidade que meus passos têm é regulada por 7 fatores: 1. minha condição física; 2. minha condição psíquica; 3. as condições do percurso; 4. a distância a ser percorrida; 5. a vontade de chegar; 6. fatores temporais e 7. fatores climáticos. Em especial, o fator 5 conta muito pra tudo. Passo os dias sonhando com um mundo melhor e só o enxergo em seres que não possuem inteligência humana... Decepções, inerentes à vida, são tantas que chegam a me desesperar... Queria tanto entender porque não se pode retornar no tempo e mudar certas coisas... Retornaria ao ano de 1996 e buscaria um garotinho de uns nove anos de idade e diria a ele certas verdades vindas de um futuro remoto, e daria a ele a missão de impedir que acontecessem. Falaria pra ele de uma garota linda e simpática que ele um dia iria conhecer, ou até faria com que se conhecessem nesta época, se fosse possível. Diria a ele o quanto ela o amaria profunda e infinitamente, como nenhuma outra jamais faria. Plantaria no fundo da alma desse garotinho a vontade de conhecê-la e amá-la tanto quanto ela o amaria. Buscaria no mesmo ano a tal garota, de 11 anos, sonhadora, no auge de seu romantismo, e contaria a ela a tragédia de sua futura vida amorosa, caso ela continuasse sonhadora. Diria a ela que um dia ela encontraria em forma de gente o pior pesadelo e diria a ela seu nome. Com data e tudo! Daria a ela o conhecimento de como fugir disso. Falaria do garotinho e de como ele a magoaria e como ela sempre o perdoaria. Contaria a ela que ele poderia ou não ter uma doença grave quando a conhecesse; só dependia agora se ele seguiria ou não meus conselhos futurísticos no decorrer de sua vida. Se ele seguisse, não ficaria doente.
Mas naum posso mudar o meu presente através do passado. Infelizmente, vou passar mais algum tempo sem perceber nada do que descrevi no início, perdida em pensamentos ao lado de alguém que na verdade voa longe, longe... Em outro universo.

19/11/2009 GMT -2

É...

jennyane @ 00:48

Nem sei... ando com a cabeça cheia de tudo e cheia de nada... Querendo contar pra qualquer pessoa as minhas angústias, mas, por amor, não podendo contar a ninguém... Precisando de um psicólogo... O que fazer?

18/11/2009 GMT -2

Para atualizar...

jennyane @ 01:01

Sei lá...Daqui há menos de 5 min (pra ele há 1h, jah q estamos no horário de verão e pra lá vigora), meu maior inspirador de todos os tempos faz aniversário... Nem sei o que dizer a ele... Como presente tenho um livro inteiro de histórias, narradas em forma de poema, do mais sincero amor que o coração de uma menina pura e inocente poderia experimentar. Talvez por isso as mulheres casassem tão cedo: pra naum ter tempo de se desiludirem com os homens como me aconteceu. Talvez se eu tivesse casado com ele na época em que me apaixonei, levasse este amor comigo intacto até hoje: e amor de criança eh o mais puro e verdadeiro amor que pode existir. Ele naum tem máculas, é romântico, naum tem mágoas da vida e menos ainda, naum engana, naum tem falsidade e nem erros, perdoa fácil e é completamente entregue ao objeto de amor. E Eu um dia amei com toda essa intensidade, com todo meu coração. ...MEIA NOITE... Meu maior sonho faz 25 anos hoje, dia 18 de novembro de 2009... Parabéns, meu eterno amor...

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