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Jennyane de Vasconcelos

21/11/2009 GMT -2

Um girassol da cor do meu cabelo

jennyane @ 15:25

Nem sei bem como descrever isso... É a gnt brincar com coisas que nos magoam sem saber a que isso vai levar. É ter um peso constante entalado no peito e do qual você nunca se livra. É rir para não chorar em certas situações que não há do que se rir. Meu mano me preocupa tanto, porque me preocupo quando vejo ele sorrir, por não saber o real motivo que o faz sorrir, e por nunca vê-lo chorar: todo mundo tem fraqueza e precisa chorar. Ele não. Ele diz que a psicologia diz que para livrar-se da dor é preciso criar estratégias de resistência a ela. E a dele é simplesmente fingir que ela não existe. E até que ponto se pode prever o quanto isso está fazendo bem ou não a ele? Sé Deus o sabe. E me dói ver que ele sorri, sai a noite, nas ocultas, às escondidas (acordei esta madrugada e olhei para o lado e avistei apenas os lençóis sob a cama...) e para onde vai? Ele não responde, me esconde, me oculta... Que ao menos Deus o proteja e o guie de volta ao caminho da verdade...
Um girassol da cor do seu cabelo é o título de uma canção que a Cláudia Ohanna canta, e que, apesar da letra não dizer absolutamente nada, pra mim diz tanto... Parece que os acordes se grudaram à minha alma de tal forma que fazem parte de mim enquanto canto e até me transporto ao ambiente que meu imaginário criou para vivenciar a magia desta música. Fica como sugestão!^^

Deus abençoe vcs!!

20/11/2009 GMT -2

Outro universo...

jennyane @ 00:43

Quando estamos cheio de problemas, passamos a não perceber as coisas ao nosso redor. O canto dos pássaros, o pedido de afago que um cão faz com os olhos, o sol nascendo ou se pondo, o calor do dia, as pessoas que nos fitam, as que nos ignoram, quem apressa o passo ou quem anda sonhador, quem procura uma sombra na parada de ônibus, quem fecha o vidro ao ver um menino de rua, quem liga um som alto, quem arrasta sacolas cheias, quem apenas anda na rua, quem vai pro trabalho, quem volta pra casa, quem está feliz ou quem está cansado. A velocidade que meus passos têm é regulada por 7 fatores: 1. minha condição física; 2. minha condição psíquica; 3. as condições do percurso; 4. a distância a ser percorrida; 5. a vontade de chegar; 6. fatores temporais e 7. fatores climáticos. Em especial, o fator 5 conta muito pra tudo. Passo os dias sonhando com um mundo melhor e só o enxergo em seres que não possuem inteligência humana... Decepções, inerentes à vida, são tantas que chegam a me desesperar... Queria tanto entender porque não se pode retornar no tempo e mudar certas coisas... Retornaria ao ano de 1996 e buscaria um garotinho de uns nove anos de idade e diria a ele certas verdades vindas de um futuro remoto, e daria a ele a missão de impedir que acontecessem. Falaria pra ele de uma garota linda e simpática que ele um dia iria conhecer, ou até faria com que se conhecessem nesta época, se fosse possível. Diria a ele o quanto ela o amaria profunda e infinitamente, como nenhuma outra jamais faria. Plantaria no fundo da alma desse garotinho a vontade de conhecê-la e amá-la tanto quanto ela o amaria. Buscaria no mesmo ano a tal garota, de 11 anos, sonhadora, no auge de seu romantismo, e contaria a ela a tragédia de sua futura vida amorosa, caso ela continuasse sonhadora. Diria a ela que um dia ela encontraria em forma de gente o pior pesadelo e diria a ela seu nome. Com data e tudo! Daria a ela o conhecimento de como fugir disso. Falaria do garotinho e de como ele a magoaria e como ela sempre o perdoaria. Contaria a ela que ele poderia ou não ter uma doença grave quando a conhecesse; só dependia agora se ele seguiria ou não meus conselhos futurísticos no decorrer de sua vida. Se ele seguisse, não ficaria doente.
Mas naum posso mudar o meu presente através do passado. Infelizmente, vou passar mais algum tempo sem perceber nada do que descrevi no início, perdida em pensamentos ao lado de alguém que na verdade voa longe, longe... Em outro universo.

19/11/2009 GMT -2

É...

jennyane @ 00:48

Nem sei... ando com a cabeça cheia de tudo e cheia de nada... Querendo contar pra qualquer pessoa as minhas angústias, mas, por amor, não podendo contar a ninguém... Precisando de um psicólogo... O que fazer?

18/11/2009 GMT -2

Para atualizar...

jennyane @ 01:01

Sei lá...Daqui há menos de 5 min (pra ele há 1h, jah q estamos no horário de verão e pra lá vigora), meu maior inspirador de todos os tempos faz aniversário... Nem sei o que dizer a ele... Como presente tenho um livro inteiro de histórias, narradas em forma de poema, do mais sincero amor que o coração de uma menina pura e inocente poderia experimentar. Talvez por isso as mulheres casassem tão cedo: pra naum ter tempo de se desiludirem com os homens como me aconteceu. Talvez se eu tivesse casado com ele na época em que me apaixonei, levasse este amor comigo intacto até hoje: e amor de criança eh o mais puro e verdadeiro amor que pode existir. Ele naum tem máculas, é romântico, naum tem mágoas da vida e menos ainda, naum engana, naum tem falsidade e nem erros, perdoa fácil e é completamente entregue ao objeto de amor. E Eu um dia amei com toda essa intensidade, com todo meu coração. ...MEIA NOITE... Meu maior sonho faz 25 anos hoje, dia 18 de novembro de 2009... Parabéns, meu eterno amor...

08/11/2009 GMT -2

Libertinagem de opinião?!

jennyane @ 00:34

no escuro...A gente sempre começa a escrever sem saber ao certo que fim terá esta folha em branco que por fim perfila suas letras de pesar, angústia, consolo, revolta... Quando meu aluno me perguntou hoje o motivo de eu escrever e se eu continuaria a fazê-lo, respondi sem pensar muito que o farei sempre, porque escrever é a minha forma de destilar sentimentos em um papel... Mesmo que por vezes estes sentimentos sejam vãos, tolos ou redundantes, mesmo que tragam do meu coração coisas que apenas os poetas sejam capaz de entender. Não vim ao mundo para escrever coisas que sejam lembradas por toda a humanidade, longe de mim ter a pre potência de me achar tanto assim... Nunca serei como Drummond, que escreveu uma coisa tão boba, mas tão profunda que só sendo assim filósofa como ele o foi quando escreveu, para entender que sentimentos perturbavam seu então jovem coração no instante em que a pena tocou aquele nanquim e desenhou as letras naquele papel que eternizou-se em gerações. Mas nem nasci na época certa, em mesmo que nascesse, sou mulher, e como tal sequer seria ouvida. Mulheres nunca foram tão ouvidas como neste século, talvez por isso hajam tantos homens querendo ser como elas. Confesso que isso me deixa enojada, mas ultimamente tem me deixado desesperada. Parece que todos os bons homens são gays! O que aconteceu com a moral e os bons costumes? Desde que acabou-se a ditadura militar e não mais foram obrigados os nossos ouvidos a ter aulas de ética, boas maneiras, podemos agora ter "liberdade" de expressão e agora "libertinagem" de opinião também? Tá na moda ser gay, todo bom poeta de hoje, pra ter sensibilidade tem que ser gay, se for jornalista, só escreve com a alma se for gay, se for estilista ou decorador, ou mesmo arquiteto, se não for gay o trabalho se torna formal demais... Porque, meu Deus, os homens querem fazer o trabalho deles como as mulheres fazem, se nosso diferencial é justamente a expressividade? Porque tornaram o rosa uma cor unissex, se gay parece gay mesmo usando preto? Porque que eles querem ser o que somos, sentir o que sentimos, e ainda nos processar se chamamos eles exatamente do que são (GAYS), se eles nasceram HOMENS, por Deus!!!
Não basta ter o mundo nas mãos? Nos conquistar com um olhar? Ser super inteligentes e biologicamente mais capazes? Porque competir com a gente até na "caça"? Homens lindos, maravilhosos, que não adiantam de nada ser o que são, porque na verdade não são!
Sério, ando mesmo triste com isso... Tow me vendo aqui, ficando sozinha, solteira, pra titia, me apaixonando a cada dia por estes homens maravilhosos e me decepcionando com eles a cada segundo... Tow começando a achar que é lucro ter namorado bandido, galinha: pelo menos esse é mesmo HOMEM, e mesmo assim, ainda num coloco a mão no fogo... É caótica a situação...
Bem... Sem amis para o momento, explosão aqui de sentimentos, eu nem ia falar disso hoje, mas é sempre assim quando escrevo... Apenas escrevo: as palavras fluem sozinhas, dou vazão a elas...

07/11/2009 GMT -2

Para onde vamos?

jennyane @ 20:54

Fernando Henrique CardosoA enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio "talvez" porque alguns estão de tal modo inebriados com "o maior espetáculo da Terra", de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas.

Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?

Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.

É possível escolher ao acaso os exemplos de "pequenos assassinatos". Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira "nacionalista", pois, se o sistema atual, de concessões, fosse "entreguista", deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública.

Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso...) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?

Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do "autoritarismo popular" vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os "projetos de impacto" (alguns dos quais viraram "esqueletos", quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: "Brasil, ame-o ou deixe-o."

Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: "Minha Casa, Minha Vida"; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.

Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo "Brasil potência".

Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU - contra a letra expressa da Constituição - vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: "L"État c"est moi." Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o "nosso pré-sal". Está bem, tudo muito lógico.

Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro.

Os partidos estão desmoralizados. Foi no "dedaço" que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são "estrelas novas". Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.

Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina.

No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas - com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou "privatizadas". Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.

Fernando Henrique Cardoso, autor do post, sociólogo, foi presidente da República

23/10/2009 GMT -2

Conclusões...

jennyane @ 00:09

Parece que toda vez que vou me empolgando com qualquer paixão, a vida me joga um balde de água fria... O tal garoto da net... Ele aparece assim, do nada, me liga e passa não menos que quatro horas ao telefone comigo, marca de me ver e aí... Surgem as destemperanças. As desavenças. As contradições. A desilusão. Ironia uma das perguntas no jogo da verdade do dia em que nos encontramos tinha relação com ilusão, e qdo eu corrigi a palavra pra desilusão, ele me corrigiu dizendo que bem podia ser ilusão, pois uma coisa leva a outra. Seria um aviso para mim mesma essa advertência feita por ele em outro sentido mas que cabe bem neste de agora? Enfim. Encontrei o tal garoto. Pude olha-lo nos olhos. Tirei conclusões iniciais (ele não é bonito), tive momentos de dúvidas dos sentimentos dele (havia uma das meninas no ciclo que já namorou com ele, e ele ficou o tempo todo agarrado a uma menina que ainda na net, vi quando ele pediu pra namorar com ela, tal qual fez comigo, mas ele disse pra mim que era brincadeira), mal nos falamos, ele sempre dando atenção às outras meninas, acho que ele não gostou do que viu em mim... Passei horas me arrumando, troquei de roupa uma centena de vezes nesse dia, chego até a me arrepender de ter ido, qse nem ia mesmo!... no fim eu ainda consegui ouvir a mesma brincadeira já presenciada por mim antes em relação à tal garota que ele estava sempre de conversinhas e segredinhos no ouvido, com essa a terceira, ou melhor, quarta menina que ficava vendo um interesse dele, todas em um só dia... O que me leva a pensar se ele está mesmo me querendo ou se está dando tiros para todos os lados. Como eu disse a ele antes: é diferente qdo se conhece a pessoa pessoalmente. Aí, tentei tirar tudo isso da cabeça e acreditar que foi mesmo brincadeiras dele, e que ele é apenas um cara legal que estava sendo amigo das meninas e que akela ex dele era uma ex, mas era coincidência ela estar lá. Naum entrei no msn no dia seguinte ao encontro, pra que ele me procurasse... Não entrei para que vissem: eu tava off vendo quem entrava e ele não entrou também. Resolvi que iria entrar ontem, e entrei. Fiquei lá até onde o cansaço me permitiu, mas meu cansaço cansou-se logo de modo que 22h eu já estava no ponto para dormir. Coloquei o celular do lado, julgando que ele iria talvez me ligar qdo não me visse online. Mas ele não fez isso. E hoje, ao entrar no orkut, surpresa: uma foto no álbum de uma das meninas, onde ele beijava o rosto dela... A partir disso, resolvi parar por aqui. Não vou pensar, não vou sequer esperar nada, sempre é assim, eu devia estar acostumada. Ele tava só de joguinho cmg, como todos antes dele, ele não é o primeiro e nem o último a fazer isso. Nem sei porque ainda me iludo com tal coisa. Foi assim com o soldado também, não foi? A gnt jura que vai “se encontrar”, mas ao invés disso, se perde ainda mais. Foi assim também com o amigo de meu vizinho, isso é fato. E falando em fato, eu devia aceita-los e saber que: estou sozinha, e pronto.

19/10/2009 GMT -2

nada...

jennyane @ 01:22

Interessante e intrigante algumas coisas... Naum estou com muito saco pra escrever hoje... Porque acho que hoje já expus tanto a minha maneira de pensar que me extinguiu a fonte... Mas tow aki a espiar a conversa do povo no chat que nunca olho, exatamente igual à aquele dia em que conheci o tal menino que tanto me intriga... Vendo aki ele falando com o povo, mas ele num tá no msn que tenho, então estou no aguardo... Qm sabe ele me liga... tow ficando viciada em falar com ele... E talvez nem dê certo eu ir amanhã... Bom... Num me concentro pra nada aki hj...

17/10/2009 GMT -2

Precipitando...

jennyane @ 23:39

Até parece que não tenho nada mais importante ou interessante a fazer que ficar pensando no tal "Namorado_meu", mas pior é que vira e mexe me percebo pensando nele... Acho que ele me deixou realmente impressionada com as atitudes dele, hoje me peguei olhando o orkut dele detalhadamente, depoimentos e o que as pessoas dizem sobre ele, os scraps (ele apaga) tinha uns hoje lá e fiquei lendo (só scrap de mulher)... sei naum... Até acho que tow ansiosa com segunda feira, querendo concordar com ele no ponto: encontrar-se em outra ocasião, fico aqui arrodeando o pc, relutante em clicar no ícone do msn, entro e saio, olho o chat, olho o cel, num larguei ele hoje por nada... Ontem quando ele ligou pra mim, tava muito cansado, tanto que dormiu ao telefone... E fiquei ouvindo ele respirando do outro lado até dormir também, me prendendo a cada ruído que vinha do outro lado, como se isso me trouxesse um pouco mais perto desse serzinho que até 3 dias nem sabia que existia e que agora povoa cada lembrança do meu dia... Como isso é possível? Já li cada verso que ele escreveu no blog dele, até me identifiquei com este:

"Sacrifício

Eu me sacrifiquei, lutei para que você tivesse liberdade
Enfrentei pessoas, suportei insultos
Porque queria que você tivesse o melhor
Me humilhei e briguei porque Te Queria
Me transformei e mudei por Te Amar
E o que eu ganhei com todo esse SACRIFICIO?
Somente desprezo e amargura
Todo o meu sacrifício foi jogado no lixo
Você não deu valor ao que eu sentia,
E desprezou o meu amor.
Enxuguei as tuas lagrimas quando você chorou
Te fiz companhia quando você se sentiu só
Te abracei quando você sentiu frio
Todo o meu amor foi desprezado, largado
E eu fui abandonado como um instrumento sem serventia."

Já descobri vídeos dele tocando baixo no youtube, assisti aos dois...Não sei... ele parece ser um cara sensível... E ao mesmo tempo, temo pelo que ele mesmo me alertou nas entrelinhas de sua vida pregressa... Não quero me precipitar...

16/10/2009 GMT -2

Impregnou...

jennyane @ 16:19

Eu acho até que posso estar ficando louca... Mas o que é a loucura senão for uma razão incontida dentro dela mesma? E ser louco não seria uma forma de fugir à realidade de maneira a transformá-la em uma realidade mais palpável e aceitável? Nem importa saber... mas de repente acordei com aqueles “porque não?” que me vinham à mente no momento da ligação do “Namorado_meu” – é assim que ele quer que eu o chame – cada vez mais constantes, cada vez mais querendo aceitar uma realidade que até dois dias nem cogitava-se. Sabe, ele até me parece mais bonito aos olhos, mesmo nas fotos que qdo olhei à primeira vista e me pareceram feias... Ele hoje me pareceu bem em todas... Acho que ele me persuadiu... Mas como se nem falei mais com ele depois de ante-ontem? Não que ele não quisesse; ontem me ligou e não pude atender – estava dormindo há séculos... Até peguei o cel quando ele tocou, mas num deu tempo de atender... Não sei se porque tocou incessante ou se porque ele mesmo desistiu da empreitada – quando dei por mim, ele estava tocanto e eu mal pude raciocinar nesse instante. Cá estou, defronte o pc, com milhares de pensamentos desconcertantes, me xingando a todo momento de precipitada caso aceite-o como “Namorado_meu”, como ele assim deseja, e mais uma vez agir e aceitar o que eles desejam, sem pensar se é o que eu desejo... Sofrer de novo? Como posso voltar a confiar nos homens se não me vem um bom exemplo? Mas ele não me sai da cabeça, impregnou como se fosse um vidrinho de perfume que se derramou sobre o sofá: por mais que se lave, ainda está lá o cheiro, bem ao longe... Pensei nele o dia todo ontem, e hoje até uma hora desses estou a pensar, fiz até um presente pra ele... Temo por mim... Temo não suportar mais uma decepção...

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